Aguarde que teremos mais informações
A sala virtual de química é um Espaço Educativo. A intenção deste blog é criar um ambiente democrático de integração do conhecimento onde possamos poder desenvolver projetos e promover a atualidade pedagógica e suas atividades (resolução de problemas), analisando as informações através de reflexão e crítica construindo ou reconstruindo o conhecimento.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Já conseguiu aprender a calcular o NOX?
Número de Oxidação (NOX)
Termo usado para designar a carga real ou aparente que um átomo adquire em função da diferença de eletronegatividade.
Ligação Iônica [Na+] [Cl-] Transferência de elétrons
+1 -1 (carga real)
xxx
xxx
Ligação Covalente H * x Cl Compartilhamento de
elétrons
xxx (Carga aparente)
H+ Cl-
+1 -1
Você sabia!
Nox (número de oxidação) é um número que nos indica a carga que um átomo de determinado elemento químico possui ao fazer parte de um molécula ou aglomerado iônico, que é apresentado em uma fórmula química para fins de representação. Nas moléculas (Substâncias moleculares) formadas por combinações, tais como: H e H, H e Ametal, Ametal e Ametal, dão origem as ligações Covalentes, e, portanto, vão gerar cargas de nox aparentes, devido ao fato destas ligações serem formadas por compartilhamento de elétrons, provocando uma atração de cargas para o sentido do átomo mais eletronegativo. Os nox são chamados de aparentes por terem origem e darem noção de cargas surgidas pela polaridade formada na molécula covalente.
Exemplo: H* *CL (H nox= +1, menos polar e Cl nox= -1, mais polar, devido eletronegatividade maior)
Já nos aglomerados iônico (Substância Iônicas) formadas por combinações, tais como: Metais com Ametais, Metais com Hidrogênio, dão origem as ligações iônicas, e, portanto, vão gerar cargas reais devido ao fato da transferência de elétrons, ser um fato real, onde um átomo deverá perder eletron e outro átomo deverá ganhar elétron.
Exemplo: [Na+] [Cl-] (Na perde um elétron ficando positivo e o Cl ganha um elétron ficando negativo)
Obs.: Observe que a forma de representar as substâncias moleculares é diferente das forma de representar as substâncias iônicas. Veja, nesta existem os colchetes, naquela os asteriscos representando os elétrons compartilhados.
Regras para determinação do NOX
ELEMENTO CONDIÇÃO NOX
O2, H2, N2... Substância simples 0
Ca+2, Cl-1, Mg-2... Íons monoatômicos carga própria
Ag Elemento
NOX fixo + 1
Metais Alcalinos Elemento NOX fixo + 1
Metais Alcalino Terrosos Elemento NOX fixo + 2
Flúor Elemento
NOX fixo - 1
Zn Elemento
NOX fixo + 2
Al e Bi Elemento
NOX fixo + 3
Si Elemento
NOX fixo + 4
H Em
qualquer substância composta + 1 (exceto nos hidretos metálicos)
F, Cl, Br, I, At Halogênios - 1 (quanto mais eletronegativo)
O Na
maioria dos compostos - 2
O Ligado
ao flúor + 2
O Peróxidos
(H2O2) - 1
O Superóxidos
(KO2) - 1/2 (oxigênios ligados a metais alcalinos)
S Monosulfetos
(H2S) - 2
Atenção!
Substância composta tem átomos de no mínimo 2 elementos químicos diferentes. Ex: NaCl Sódio e Cloro;
Substância simples tem apenas um tipo de elemento químico. Ex: Fe, Zn...
Para fins de calculo:
A soma algébrica dos NOX é igual a zero;
Nos Íons poliatômicos a soma algébrica dos NOX é igual a carga do íon poliatômico;
Os gases nobres são estáveis porque possuem seu nível de valência completa com oito elétrons!
Por isso, não existe NOX maior que oito (8), pois os elementos se estabilizam com oito elétrons no nível de valência. Esse é o limite. As cargas ficam limitadas aos intervalos de no máximo +7 e - 7.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
TEORIA DAS REPRESENTAÇÕES Z / A - NOTAÇÕES
REPRESENTAÇÃO
DO NÚMERO ATÔMICO (Z)
Este número indica a quantidade de prótons que existe no núcleo do átomo e corresponde a identidade de cada átomo. Não é possível encontrarmos elementos químicos com símbolos iguais, apresentando número atômico diferente.
Exemplo: 4 Be (z = 4; p = 4; e
= 4 )
Berílio
11 Na (z = 11; p = 11; e = 11 )
Sódio
Atenção!
Número Atômico ( Z )
É um valor representado no canto inferior esquerdo do simbolo do elemento químico.
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
ÍONS - ÁTOMOS QUE SE MODIFICAM
Os átomos são estruturas eletrônicos em equilíbrio, possuem proporção entre cargas dos elétrons e cargas dos prótons. Por isso costumamos representar esta ideia da seguinte maneira: P+ = e-
Já os íons, são estruturas eletrônicas em desequilíbrio, possuem ou excesso de prótons ou excesso de elétrons. Costumamos representar esta ideia da seguinte maneira: P+ ≠ e-
Você sabia!
Que os íons são átomos que se modificaram devido a perda ou ganho de elétrons. Pois são!
Os íons positivos são chamados de íons cátions e possuem na sua eletrosfera excesso de prótons ( P ), por isso, que quando representamos sua notação indicamos o simbolo químico com uma carga positiva.
Veja exemplo: Na1+
Os íons negativos são chamados de íons ânions e possuem na sua eletrosfera excesso de elétrons ( e ), por isso, que quando representamos sua notação indicamos o simbolo químico com uma carga positiva. Veja exemplo: Cl1-
Vamos pensar um pouco!
Se compararmos a massa do próton (massa equivalente a 1) e a do nêutron (massa equivalente a 1) ambas são semelhantes, enquanto o elétron tem massa 1840 vezes menor que a massa de cada um dos dois, mas para fins de simplificar dizemos (massa equivalente a 0). Em relação as cargas elétricas, a carga do próton é igual a carga do elétron, só que de sinal contrário, quanto ao nêutron esse não possui carga elétrica, é sem carga. Veja as cargas de cada uma das subpartículas atômicas: Próton (+1), elétron (-1) e nêutron ( 0 ) .
Em outras palavras: P+ Próton / e- Elétron / n0 Neutron
Curiosidade!
Devido ao fato que constatamos de que o elétron é 1840 menor que o próton ou que o nêutron, existe então a afirmativa de que a massa de um átomo esta contida no núcleo. É o núcleo que faz a diferença, a eletrosfera é desprezível em relação ao todo. Inclusive se diz que a eletrosfera é um grande espaço vazio, apesar do importante papel da eletrosfera na formação dos íons e por consequência na interação dos níveis mais externo (níveis de valência) da eletrosfera onde há a ocorrência das ligações químicas formando as moléculas ou aglomerados iônicos que dão origem as substâncias propriamente ditas.
Atenção!
Veja que existem os íons monoatômicos, formados por um único tipo de átomo e os poliatômicos pela combinação de tipos diferentes de átomos. Entre ambos existem os que são positivos (cátions) e os negativos (ânions). Existem ainda os íons isoeletrônicos que são formados por íons de átomos diferentes, mas, com o mesmo número de elétrons.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Nutrição Mineral - Qual a relação com os íons?
Você sabia!
Como as plantas se nutrem?
Curiosidade!
Técnicas Especiais Utilizadas no Estudo da Nutrição Mineral
Para demonstrar a essencialidade de um elemento, é requerida a ausência somente do elemento em estudo no meio nutritivo. Tal condição é extremamente difícil de ser obtida em meios complexos como o solo. No século XIX, alguns pesquisadores (incluindo de Saussure, Sachs, Boussingault e Knop) mostraram que as plantas poderiam crescer normalmente em solução nutritiva (meio líquido contendo somente sais inorgânicos). Esta técnica é hoje conhecida como HIDROPONIA e tem se prestado a inúmeros estudos relativos à Nutrição Mineral.
Sistemas de cultivo hidropônico
O cultivo hidropônico requer alguns cuidados especiais. Há necessidade de grandes volumes de solução e do ajuste freqüente das concentrações dos nutrientes e do pH do meio (o pH influencia na disponibilidade dos nutrientes). Um suprimento de O2 (ar comprimido) é necessário para permitir a respiração das raízes. Em muitos cultivos hidropônicos comerciais, no entanto, as raízes das plantas são colocadas em valas (canos de PVC cortados ao meio) e a solução nutritiva flui em uma fina camada ao longo da vala, alimentando as raízes. Este sistema garante um amplo suprimento de oxigênio às plantas.
Como as plantas se nutrem?
A nutrição da plantas é autotrófica, nisso diferindo da nutrição animal, que é heterotrófica. Enquanto os animais obtêm alimento comendo outros seres vivos, as plantas fabricam elas mesmas a matéria orgânica que lhes servem de alimento. Para isso utilizam gás carbônico proveniente do ar, água e sais minerais retirados do solo.
Nutrição inorgânica (Nutrição mineral)
Os nutrientes minerais são adquiridos primariamente na forma de íons inorgânicos e entram na biosfera predominantemente através do sistema radicular da planta. A grande área superficial das raízes e sua grande capacidade para absorver íons inorgânicos em baixas concentrações na solução do solo, tornam a absorção mineral pela planta um processo bastante efetivo. Além disso, outros organismos, como os fungos (micorrízicos) e as bactérias fixadoras de nitrogênio, freqüentemente contribuem para a aquisição de nutrientes pelas plantas. Depois de absorvido, os íons são transportados para as diversas partes da planta, onde são assimilados e utilizados em importantes funções biológicas.
Quando falamos de nutrição inorgânica, na verdade estamos nos referindo à absorção dos nutrientes minerais essenciais para um bom desenvolvimento vegetal. Esses nutrientes existem no substrato em que planta vive (solo, água e até em meio aéreo) e a sua absorção é realizada principalmente pelas raízes. Muitas vezes, as folhas também executam esse papel. A absorção radicular (absorção das raízes) é efetuada a partir da zona pilífera, região na qual a superfície de absorção é aumentada pela existência dos pelos absorventes.
Quando um nutriente é utilizado em grande quantidade por um vegetal, ele é considerado um macronutriente. Se for utilizado em pequena quantidade, é considerado um micronutriente.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br
Veja o videoclipe! Ele nos fala de que modo ocorre a absorção da seiva bruta, onde esta a solução nutriente (macro e micronutrientes) que serão absorvidos na forma iônica.
Curiosidade!
Técnicas Especiais Utilizadas no Estudo da Nutrição Mineral
Para demonstrar a essencialidade de um elemento, é requerida a ausência somente do elemento em estudo no meio nutritivo. Tal condição é extremamente difícil de ser obtida em meios complexos como o solo. No século XIX, alguns pesquisadores (incluindo de Saussure, Sachs, Boussingault e Knop) mostraram que as plantas poderiam crescer normalmente em solução nutritiva (meio líquido contendo somente sais inorgânicos). Esta técnica é hoje conhecida como HIDROPONIA e tem se prestado a inúmeros estudos relativos à Nutrição Mineral.
O cultivo hidropônico requer alguns cuidados especiais. Há necessidade de grandes volumes de solução e do ajuste freqüente das concentrações dos nutrientes e do pH do meio (o pH influencia na disponibilidade dos nutrientes). Um suprimento de O2 (ar comprimido) é necessário para permitir a respiração das raízes. Em muitos cultivos hidropônicos comerciais, no entanto, as raízes das plantas são colocadas em valas (canos de PVC cortados ao meio) e a solução nutritiva flui em uma fina camada ao longo da vala, alimentando as raízes. Este sistema garante um amplo suprimento de oxigênio às plantas.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Química - Onde o mal nasce?
A guerra deve ter um motivo, ainda que nunca cheguemos a compreender ou que jamais concorde com ele. Há quem diga que a guerra é necessária, que é um mecanismo de controle populacional e que muitas pesquisas desenvolvidas em tempos de guerra proporcionam conforto e progresso à humanidade em tempos de paz. Com certeza, estas pessoas que concordam com isso, não se referem a conforto e progresso espiritual. Há quem diga cada coisa...O que não disseram até hoje, no entanto, foi a razão pela qual se investe tanto tempo e dinheiro na procura de meios cruéis de eliminar seres humanos e não em educação, saúde e criação de empregos com salários justos para vivermos com qualidade. Os países "desenvolvidos" usam seu "desenvolvimento" na fabricação de mísseis inteligentes, bombas de fissão e fusão, nas bombas de neutrons que eliminam "apenas as vidas" e na produção de armas químicas. A ideia de usar uma substância como arma é antiga, mas, foi posta em prática na primeira guerra mundial, em 1915, com a colaboração do cientista alemão Fritz Haber. A primeira substância a ser utilizada foi o gás cloro (Cl ). Espalharam gás cloro num front perto da cidade belga de Ypres, 5 mil soldados morreram e 10 mil ficaram feridos. O gás cloro é sufocante. Ao ser inalado provoca irritação, ressecamento e ardor nas vias respiratórias. Os alemães prosseguiram o ataque utilizando o gás mostarda, obtido a partir do eteno com sulfeto de dicloro, obtendo como produto a iperita ("homenagem" à cidade de Ypres), com cheiro de mostarda, ataca o revestimento das vias respiratórias provocando feridas e inchaço, além de causar bolhas, queimaduras na pele e cegueira temporária. O gás mostarda só mata se for inalado em grandes quantidades, mas, o mau estar causado pode estender por muitos dias o sofrimento. Quando exposto a esse gás, o individuo deve ser colocado em ambiente bastante ventilado e em hipótese alguma deve usar água para lavar ou beber, correndo o risco de agravar os danos por reação com a água. Em continuidade aos conflitos da primeira guerra, os franceses responderam com Cianeto de Hidrogênio, conhecido como ácido prússico - Gás HCN(g). Quando inalado, suas moléculas se unem à hemoglobina do sangue, impedindo-a de se combinar com o oxigênio para transportá-lo às células; resultando: morte por asfixia pelo sangue. As armas químicas na primeira guerra mundial mataram 100 mil pessoas, em campo de batalha e 1,3 milhões de feridos e não esta se contabilizando os danos em campos de concentração. Em 1925, a Liga das Nações, precursora da ONU, proibiu a utilização de armas químicas, assinando o Protocolo de Genebra, mas o documento não proibia, o estudo para o desenvolvimento, fabricação e estocagem. Foi ai que inocentes fabricas de inseticidas começaram a fazer pesquisas. O químico Gerhard Schrader trabalhando para uma destas fabricas, a IG Farben, produziu em 1936 uma nova geração de armas químicas, os gases neurotóxicos - denominados "agentes dos nervos". Destacam-se: Tabun - ácido dimetil-fosforo-amido-cianídrico, Sarin: sal isopropoxi-metilfosforo-fluoreto, Soman: ácido metil-fosforo-fluorídrico-éster-1,2,2-trimetilpropílico. Estes gases inibem uma enzima chamada de acetilcolinesterase, que controla os movimentos musculares, bloqueando os impulsos nervosos. Ao serem inalados ou absorvidos pela pele, fazem com que o corpo cesse imediatamente de produzir essa enzima. Todos os músculos se contraem sem parar e acabam estrangulando os pulmões e o coração. Veja o vídeoclip, demonstrando o uso recente de armas químicas. Uma demonstração de intolerância aos movimentos populares na Síria. Uma situação de uso de armas químicas é para a dispersão de pessoal em turbas ou seja, tumultos, outra e o emprego como arma de destruição em massa. Analise a situação do relato feito pelo comentarista!
Fonte: Química Integral - Martha Reis, Volume Único, Editora FTD, 1993, SP, p.p.207-208
Governo já tomou decisão de elevar preço da gasolina
Governo já tomou decisão de elevar preço da gasolina
Veja só a química do petróleo afetando a economia e mudando o custo de vida. Logo veremos o resultado, com a suba dos custos no transporte, este já arrasta os preços dos bem de consumo, a alimentação vai ficando mais cara, as roupas, o nosso ir e vir. É toda uma mudança a partir do custo da exploração da matéria prima que move o planeta pelo potencial energético dos hidrocarbonetos. Temos com urgência que buscar outras alternativas. Mas acompanhe a noticia postada em no blog.
TESTE DE TEOR DE ÁLCOOL ETÍLICO ANIDRO COMBUSTÍVEL (AEAC) NA GASOLINA
Você sabia!
O percentual de álcool na gasolina deve ser entre 20% e 25% e quem determina isto é o órgão regulamentador do governo federal, a ANP (Agência Nacional do Petróleo). Esse aumento ocorre ou diminui conforme a safra da cana-de-açúcar e sempre na tentativa de manter o preço da gasolina baixo, principalmente quando temos menos gasolina produzida internamente e não queremos importar, haja vista, que o custo do barril importado gera despesas maiores para PETROBRAS. Sendo assim, comprometendo seu capital no que diz respeito aos investimentos em tecnologia e ampliação. Por isso, algumas vezes, quando essa balança não funciona o preço é repassado as bombas de abastecimento e quem paga é o consumidor.
Atenção!
Uma versão mais técnica nos diz que a água têm uma atração maior devido a sua polaridade em relação ao álcool do que este em reação a gasolina por isso separa o álcool da gasolina durante o teste.
(Veja o videoclipe - mudo)
Veja só a química do petróleo afetando a economia e mudando o custo de vida. Logo veremos o resultado, com a suba dos custos no transporte, este já arrasta os preços dos bem de consumo, a alimentação vai ficando mais cara, as roupas, o nosso ir e vir. É toda uma mudança a partir do custo da exploração da matéria prima que move o planeta pelo potencial energético dos hidrocarbonetos. Temos com urgência que buscar outras alternativas. Mas acompanhe a noticia postada em no blog.
Você sabia!
O percentual de álcool na gasolina deve ser entre 20% e 25% e quem determina isto é o órgão regulamentador do governo federal, a ANP (Agência Nacional do Petróleo). Esse aumento ocorre ou diminui conforme a safra da cana-de-açúcar e sempre na tentativa de manter o preço da gasolina baixo, principalmente quando temos menos gasolina produzida internamente e não queremos importar, haja vista, que o custo do barril importado gera despesas maiores para PETROBRAS. Sendo assim, comprometendo seu capital no que diz respeito aos investimentos em tecnologia e ampliação. Por isso, algumas vezes, quando essa balança não funciona o preço é repassado as bombas de abastecimento e quem paga é o consumidor.
Atenção!
Uma versão mais técnica nos diz que a água têm uma atração maior devido a sua polaridade em relação ao álcool do que este em reação a gasolina por isso separa o álcool da gasolina durante o teste.
(Veja o videoclipe - mudo)
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